Deputada Estadual Socorro Pimentel acompanha e fiscaliza assistência no Hospital Agamenon...

Deputada Estadual Socorro Pimentel acompanha e fiscaliza assistência no Hospital Agamenon Magaçhães

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No intuito de acompanhar e fiscalizar a assistência materno infantil no estado, estive, na manhã de hoje (27), no Hospital Agamenon Magalhães (HAM), uma das duas unidades de referência em alta complexidade, especializada no atendimento às gestantes de alto risco de Pernambuco, onde fui recebida pela médica pediatra e diretora da unidade, Dra. Cláudia Miranda.

O hospital, que realiza uma média de 350 partos por mês, iniciou este ano um projeto pioneiro desenvolvido pelo Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, em parceria com o laboratório internacional Merck Sharp & Dohme (MSD) com o objetivo de reduzir mortalidade materna em até 30% num prazo de 1 ano.

Em 2015, o Agamenon também participou do projeto Parto Adequado, desenvolvido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI), com o apoio do Ministério da Saúde, onde foi trabalhada a valorização do parto normal, quando foi alcançada uma redução de 28% das cesarianas.

É importante ressaltar que essas ações foram realizadas por iniciativa privada em conjunto com Governo Federal. Agora, precisamos de ações efetivas vindas do Governo do Estado. Esses projetos precisam ser tomados como exemplo e levados para todas as regiões de Pernambuco.

Mais uma vez, faço um apelo ao governador Paulo Câmara e ao secretário de Saúde do Estado, Dr. Iran Costa, que tomem providências efetivas, para que nossas mulheres recebam o atendimento adequado e vidas das mães pernambucanas sejam preservadas.

A realidade vivida pelas mulheres que recorrem ao Hospital Agamenon Magalhães é bastante complicada. A superlotação é um dos maiores problemas, tendo em vista a falta de infraestrutura física adequada. O hospital que atende às mulheres há 64 anos, necessita de reforma e ampliação, além de uma sala vermelha, para receber as urgências. Outra questão é a ausência de uma UTI obstétrica para receber os casos mais graves. Não podemos perder tempo quando o assunto é a vida das nossas mães. Precisamos que o governador se sensibilize diante da gravidade do nosso cenário e aja com rapidez.

 
Assessoria. 
 
 

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