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Justiça climática: por que precisamos dela para enfrentar a crise ambiental

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A líder quilombola Célia Cristina da Silva Pinto, de 53 anos, não considera que exista distinção entre o ser humano e a natureza Nascida e criada em comunidades tradicionais do Maranhão, a tecnóloga em gestão ambiental vive atualmente no quilombo acre em Cururupu, município com cerca de 32,5 mil habitantes que fica a 156 quilômetros de São Luís. Por lá, a população sabe bem como é conviver com a crise ambiental e climática decorrente do mau uso dos recursos do planeta e da emissão de gases poluentes pela humanidade.

Praticante da roça de toco, técnica milenar de cultivo que contribui para a manutenção de biodiversidade local e não utiliza agrotóxicos, o quilombo de Célia depende do regrado clima da Amazônia legal para produzir seus alimentos, que servem tanto para o consumo interno quanto para o comércio que sustenta a região. “Nosso ciclo produtivo começa no início do inverno, que é o período chuvoso, quando plantamos a semente na terra, esperamos a chuva vir para fazer a planta brotar e vamos regando até ela chegar em seu estágio produtivo. Daí já é época da chuva parar e, em tempos mais secos, colhemos os frutos e as flores dessas plantas”, explica.

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